Mais um rolê pelo interior de São Paulo, visitando novas cidades, conhecendo novas paisagens e histórias…
O rolê desta vez foi para conhecer dois estádios de cidades vizinhas: Mairinque e Alumínio. Começando pela primeira, em Mairinque vivem cerca de 45 mil pessoas.
O Clube Atlético Sorocabana de Mairinque foi fundado em março de 1940, nascendo dos funcionários da Estrada de Ferro Sorocabana, completando em 2010, seus 70 anos!
O clube debutou no Campeonato Paulista da Terceira Divisão em 1958 e fez uma boa campanha classificando-se para a fase seguinte do campeonato.
Não passou da segunda fase.
E aqui está o time de 1958, registrado pela Gazeta Esportiva:
Esse é um quadro com a foto do time de 1959:
Também disputou o Campeonato Paulista da Quarta Divisão de 1960 até 1968. Alguns dos times que vestiram a camisa local neste período:
O time possui uma série de conquistas, expostas em sua sala de troféus.
Vamos conhecer a casa do time?
Estivemos presentes com a turma toda (Mari, Mau e Osvaldo):
O estádio fica dentro do clube social, e conta com uma arquibancada para cerca de 500 torcedores.
Tem até uma “arquibancada coberta”!
O estádio fica próximo de uma mata, dando um visual único a ele!
Rolou até uma neblina enquanto estávamos ali!
Olha o banco de reservas em frente às bananeiras!
O gramado está muito bem cuidado!
Estádio visitado e registrado! Fomos tomar um café na Padaria Ponsoni! Do lado de fora, o cão tirava seu cochilo matinal.
Viajar é preciso, navegar é preciso, e quem não tem barco, viaja como dá, rasgando as estradas em busca de novas aventuras, experiências e estádios.
E assim, chegamos em mais uma cidade incrível que sempre povoou minha mente, só de eu ouvir falar dela: Jales! Nunca entendi porquê, mas Jales sempre esteve na minha mente como um lugar a ser visitado.
Na cidade, vivem hoje cerca de 49 mil pessoas, mas mesmo assim, ainda consegue manter uma cara de cidade do interior, porém em franco crescimento.
O nome da cidade é uma homenagem a Euphly Jalles, vereador de Fernandópolis, da qual Jales se emancipou.
Porém, antes de seguir em busca do estádio local, era hora de visitar um outro ponto local de grande importância: o restaurante Dom Lugui!
Horas e horas de estrada exigem um belo prato! Aliás, R$ 12 e você come o que quiser… E é uma comida caseira muito gostosa.
Muitas opções para quem é vegetariano como a gente!
De barriga cheia, seguimos até o nosso objetivo: o Estádio Municipal Roberto Valle Rollemberg!
O estádio foi a casa do Clube Atlético Jalesense, que disputou competições da Federação Paulista até os anos 90, tendo estreado na Quarta Divisão, em 1963.
E também da A.E. Jalesense, time fundado na década de 50, que por algumas vezes disputou o campeonato por lá também.
Vamos conhecer o estádio?
Os dois times da cidade tiveram suas idas e vindas até o fim dos anos 70, porém, em 1979, o Clube Atlético Jalesense retorna à ativa para disputar mais 22 vezes a competição, com destaque para a campanha de 1990 que levou o time à série A2:
Time de 1989:
O mascote dos dois times era o mesmo: um dragão.
Infelizmente, atualmente o futebol em Jales encontra-se sem nenhum time no futebol profissional, porém a liga amadora é bastante atuante.
O estádio possui uma estrutura linda! Contando todas as arquibancadas, a capacidade chega a 7 mil torcedores!
Achei triste algumas matérias da imprensa local que considera o campo um “entrave” para uma região de grande desenvolvimento urbano e valorização. Ainda critica o custo de manutenção que ele exige. Enfim… Os caras querem mesmo que o estádio seja vendido e demolido… Triste não?
Na contramão desse desejo, a Prefeitura Municipal de Jales começou a reformar o estádio, utilizando recursos de convênio firmado pela prefeitura com o Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte, no valor de R$ 184. 884.
E lá estão as árvores ao redor do campo, que tanto vimos nos campos visitados nesta tour.
Uma coisa que eu curto muito nos estádios antigos é que eles utilizavam madeira nas arquibancadas, e isso quase não se vê mais hoje em dia.
Mesmo no campo do Jalesense, a arquibancada de madeira, agora está interditada.
Lembro de ter ouvido, no fim de 2013, boatos sobre a volta do C.A. Jalesense ao profissionalismo, mas, até hoje, ficou no plano. Espero podermos voltar a este estádio para ver um jogo no futuro!
Dando sequência à nossa viagem pelos estádios da região noroeste de São Paulo, agora é hora de dividir com você um pouco da nossa experiência na cidade de Pindorama, mais um belo lugar do interior, onde o tempo ainda anda um pouco mais devagar…
Pindorama é uma palavra Tupi, que significa “terras das palmeiras”, e era também o nome dado ao Brasil pelos índios tupis.
A cidade possui cerca de 15 mil habitantes e ainda tem ruas com poucos carros, muitas árvores e residências com cadeiras nas ruas…
Em Pindorama, a arquitetura do início do século passado ainda está de pé, misturando-se ao dia a dia da cidade e das pessoas, juntando passado e futuro nas mesmas ruas…
Sem dúvida a padaria ficou muito mais charmosa do que as que vemos nos grandes centros urbanos…
E, claro, a igreja matriz e a praça no centro da cidade!
Mas, nosso objetivo era conhecer o Estádio onde o time local, o Pindorama E.C. mandava seus jogos.
O time foi fundado em 2 de março de 1939 e nos anos 40 participou do Campeonato do Interior.
Disputou ainda duas edições do campeonato paulista da segunda divisão (em 1958 e 1959).
E o campo em que o Pindorama E.C. mandava seus jogos é o Estádio Municipal Rufino Rodrigues e após poucos minutos de procura, lá estávamos nós, pra conferir como ficou a reforma feita em 2011!
A frente do estádio sofreu muitas modificações desde sua inauguração, mas segue muito bacana e imponente.
O estádio fica na região central da cidade, especificamente na rua…
É mais uma importante marca para o nosso blog. Um estádio histórico, que ja chegou a abrigar uma final da terceira divisão (em 1958, Expresso São Carlos e Monte Aprazível disputaram a final e após uma vitória de cada time nos dois primeiros jogos, o time de São Carlos sagrou-se campeão ao derrotar por 3 a 2 o time de Monte Aprazível, no Estádio Rufino Rodrigues, campo neutro para os dois times).
Mas o estádio estava fechado e para conseguir entrar, tivemos que dar uma pequena volta, passando pela “cancha de bocha” (esporte predileto do amigo Betão, de Mauá).
E lá vamos nós a mais um estádio perdido do interior paulista!
O gramado segue muito bem cuidado, para as equipes amadoras que seguem jogando no estádio.
A cidade ao fundo ainda é 100% horizontal. Nenhum prédio ao fundo, imagine isso daqui alguns anos ou décadas…
E o estádio possui iluminação, mas pelo que ouvimos dos cidadãos, poucos jogos foram disputados a noite.
Aliás, ouvir as histórias dos moradores mais antigos sobre o futebol nos anos 30, 40, 50 e 60 é um presente único… Por exemplo, soubemos que embora o time tenha se aventurado no profissionalismo somente no fim dos anos 50, os times da década de 40 eram considerados imbatíveis na região, onde rivalizavam com times das cidades vizinhas como Catinguá, Catanduva, Ariranha e Santa Adélia.
E as torcidas vizinhas compareciam e lotavam as arquibancadas do estádio, em um misto de rivalidade e amizade.
Um detalhe curioso, e provavelmente único do estádio é essa “arquibancada especial” ao fundo do gol.
Vale ressaltar, que em 2011, a então prefeita de Pindorama, Maria Inês Bertino Miyada, assinou convênio de R$ 180 mil com a Secretaria Estadual de Economia e Planejamento (SEPLAN), para reforma do Estádio Municipal “Rufino Rodrigues” e segundo o pessoal que conversou com a gente, as obras se concentraram nas arquibancadas e na entrada do estádio.
O goleiro pode contar com a sombra das árvores pra dar uma refrescada caso o jogo fique muito quente.
O banco de reservas também…
Tantas ofertas de descanso e tranquilidade trazem ao estádio mais do que times e torcedores…
Eu, saudosista desde que me conheço, fiquei pensando nos times que passaram por ali em 1958: Barretos, Francana, Rio Preto, Taquaritinga, Catanduva EC, Batatais, Jaboticabal, Fortaleza (Barretos), Tanabi e GE Monte Aprazível.
Muitos desses times também não existem mais, outros mudaram de nome e outros seguem nessa luta cultural até os dias de hoje. Mas pensar que há quase 60 anos, eles já disputavam partidas nesse campo, é demais!! O único problema pro Pindorama é que o time terminou em penúltimo lugar nessa chave.
Em 1959, foi a vez de enfrentar o Batatais, Catanduva EC , Barretos, Francana, Internacional de Bebedouro, Taquaritinga, Fortaleza (Barretos), Jaboticabal, e o Nevense. Dessa vez, o Pindorama ficou em último…
Mas, como eu sempre digo, mais do que resultados, o que importa é história.
Claro que é sempre melhor uma história vitoriosa, mas imagine quantos escanteios já devem ter sido batidos nesse canto?
Desejamos com toda a nossa força que os portões do estádio estejam sempre abertos e quem sabe para um dia voltar a uma competição profissional?
E vamos para a próxima cidade! Depois de visitar Birigui e conhecer os estádios locais, fomos à cidade vizinha: Araçatuba e suas belas avenidas!
Fomos conhecer o Estádio Dr. Adhemar de Barros, o “Adhemarzão”!
Como a entrada principal estava fechada, fomos pelo acesso lateral.
O Adhemarzão é um estádio de grande porte. Tem capacidade para mais de 15.000 torcedores, mas é proibido bater bola no gramado…
Vamos dar uma olhada geral em mais este belo campo do oeste paulista:
O estádio foi inaugurado em julho de 1939, e tem uma localização privilegiada.
É nele que a Associação Esportiva Araçatuba, a tradicional AEA manda seus jogos!
Além de uma grande arquibancada descoberta, conta com uma parte coberta, na região central do campo.
Tivemos a sorte de poder acompanhar um pouco do treino da AEA.
Dá pra ver a cidade ao fundo, e percebe-se que Araçatuba não para de crescer, hein?
Um detalhe curioso é que ao invés de vermos os tradicionais “Quero-Queros” no campo, encontramos várias famílias de gatos descansando sob o sol…
Mais uma foto histórica, registrando um estádio maravilhoso!
O estádio é todo bem identificado, indicando inclusive a capacidade de cada arquibancada.
Olha aí o setor que homenageia o famoso Dr Farah!
E esse é o Dr. Ademar:
Mais uma bilheteria para a lista da Mari!
Olha que bacana as arquibancadas vistas do lado de fora!
Mais uma vez, ficamos contentes, estando numa cidade tão longe da nossa, mas ao mesmo tempo com tantas coisas em comum, e principalmente o respeito ao futebol…
Espero que tenha dado pra conhecer um pouco sobre o estádio!
11 de junho de 2011. Sabadão a tarde. Gosto desse horário para ver futebol! Assim, aproveitamos o dia de sol pelo interior e fomos até Capivari para acompanhar o time local jogando contra o Sport Club Atibaia.
De Cosmópolis até lá, levamos pouco mais de uma hora.
Já havíamos coberto outros jogos do Capivariano, assim como outros jogos do Atibaia, inclusive já conhecemos o Estádio do Atibaia, mas era nossa primeira vez no Estádio Carlos Colnaghido, onde o Capivariano manda seus jogos.
O Capivariano FC está em ótima fase, liderando seu grupo, e isso ajudou a trazer um público bastante acima da média da série B do Paulista.
O Estádio do Capivariano é bastante novo, tendo sido inaugurado em 1992, fica num vale que dá um visual bem legal ao campo.
A capacidade é de 5 mil pessoas, mas tem toda a possibilidade de ser ampliado. Essa parte coberta é onde se concentra a torcida local.
Primeira vez nesse estádio. Merece registro!
Pra Mari e para mim! Lembrando que foi de Capivari que saíram Zetti e Amaral (foi no cemitério local que ele trabalhou como coveiro).
A torcida local apoiou o time desde o princípio. E logo cedo teve a resposta em campo. O time abriu 2×0 ainda no primeiro tempo.
Uma coisa que nos chamou a atenção foi o grande número de crianças no estádio, muito maior do que o normal.
Fomos tentar descobrir porque tantas crianças e acabamos conhecendo a secretária de educação da cidade que nos apresentou um programa implementado em Capivari que une educação e esporte. Veja o ótimo exemplo para outros clubes:
E o retorno do projeto é imediato. Neste jogo haviam 5 ônibus lotados de crianças que animaram as arquibancadas do estádio.
Claro, mas nem só de crianças se faz a arquibancada. Enquanto conversávamos com o pessoal local, o Atibaia marcou e diminuiu para 2×1.
Em campo, um jogo ótimo de se ver. Os dois times jogando pra frente e aproveitando os erros do adversário para criar excelentes oportunidades de gol.
Aliás, eram tantos gols que pela primeira vez eu senti falta de um placar eletrônico que me ajudasse a acompanhar o jogo. Mal dava pra gente conversar com alguém que…. Outro gol!
Aliás, aproveitamos para rever os amigos da rádio Cacique e ainda pudemos conhecer o pessoal da rádio Alternativa que esteve transmitindo o jogo por lá.
Para. Outro gol. Quanto está? 4×1? 5×2? Juro que já não sabia hehehe
Vamos fazer uma foto de outro lado da torcida e… O Chaves diria “Outro gatoooo!”
A bandeira da cidade e do clube nunca flamulou tão contente.
A torcida “Leões da raia” compareceu e apoiou!
Aproveitamos para ouvir de um torcedor local a importância do apoio ao time de sua cidade, veja o que ele nos disse:
O clima anda tão bom que tinha até batuque animando a torcida local!
Aliás, a torcida do Atibaia não apareceu, já que o carro do pessoal da Guerreiros quebrou em Monte Mor, impossibilitando sua chegada ao estádio.
No quesito “culinária de estádio”, o Estádio Carlos Colnaghi oferece deliciosos pasteis, além de salgadinhos industrializados e salgados feitos na hora.
Antes que alguém pergunte, tantos gols e você não registrou nenhum? Taí um gol de penalty do Capivariano.
Muitos gols, torcida apoiando a equipe da cidade, famílias e amigos no estádio. Dia perfeito para a cidade de Capivari! Parabéns!
O time do Capivariano mostra que está disposto a subir à série A3. Acredite ou não, o jogo acabou 6×4 para o Capivariano.
Vamos tentar voltar à Capivari para acompanhar um jogo nas fases decisivas e ver se o desejo do acesso se cumprirá.
Por hora é isso. Nos despedimos satisfeitos e felizes para comemorarmos o dia dos namorados!
Até uma nova visita, torcedor!
Antes de pegarmos a estrada, um breve rolê pela cidade, para conhecer um pouco mais.
E na estrada, um lindo por do sol de presente…
Você faz parte do lugar onde mora! APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!
A 112ª camisa de futebol vem mais uma vez do interior paulista, de uma cidade que eu aprendi a conhecer graças ao futebol. Trata-se de Paraguaçú Paulista.
Mesmo sendo próxima de Assis, onde meu pai e meus avós viveram por muitos anos, só fui conhecer a cidade graças a um jogo contra o Paulista de Jundiaí, no início da década de 90. O nome do time era diferente e nunca mais sairia da minha cabeça: E. C. Paraguaçuense.
O Esporte Clube Paraguaçuense foi fundado em 1965, por funcionários da prefeitura. Por isso, naquele momento, o time recebeu o nome de Esporte Clube Municipal.
Foi com esse nome que jogou o primeiro campeonato profissional em 1966, pela Quarta Divisão.
Em 1967, o “Municipal” venceu a Associação Esportiva Cobrapa, time patrocinado por uma usina da região de Xavantes, em campo neutro, no estádio da Ferroviária de Assis. Com a vitória por 2X1, o time sagrou-se vencedor da 1ª série, e juntou-se aos vencedores das outras três séries para a decisão do título paulista. Na fase final a equipe ficou com o vice campeonato, ficando o título com o Minister Clube da capital (contribuição do amigo Júlio Bovi).
Assim, em 1968, 1969 e 1970, disputou a Terceira Divisão. O time abaixo, embora jogando com o uniforme do ABC (antigo time da cidade) era mesmo o time do Municipal, de 1968.
De 1971 a 1974 o futebol da cidade não teve representantes no futebol profissional. Somente em 1975, o time voltou ao profissionalismo disputando a terceira divisão. Aqui, o time de 1980:
Em 1981, uma novidade. Nasce a nova denominação do time: Esporte Clube Paraguaçuense.
Assim, já com o novo nome, veio também um maior apoio da prefeitura e até 1992, o “Azulão” disputou a terceira divisão.
Em 1993, disputa pela primeira vez a série A2, e conquista o título de campeão. Entretanto, neste ano a Federação reestruturou as divisões e o acesso do Paraguaçuense “não valeu”. O que aconteceu foi que os dois grupos da primeira divisão (cada um com 16 equipes) se transformaram em duas divisões, a A1 e a A2. Assim, a segunda divis~´ao, disputada até então acabou concedendo acesso a série A2.
O time que conquistou o título é o da foto abaixo, com os seguintes jogadores: Carlos Alberto, Carlão, Mozer, Paulo César, Haroldo e Silvio, agaixados estão: Cássio, Alexandre Lopes, Carlinhos Preta, Delém e Toti.
Assim, em 1994, o time disputa a série A2, terminando o campeonato no meio da tabela (décima primeira colocação) sem ser rebaixado e sem o acesso, mas com nomes no elenco como Narcísio e Marcelinho Paraíba.
O time conseguiu se segurar na forte série A2 até 2002, quando foi rebaixado para a terceira divisão. E em 2003, na sua reestreia na terceira divisão o time acabou rebaixado, junto da Ferroviária para a temida 4ª divisão. Em 2007, disputando a 4ª divisão, o Paraguaçuense fez sua última aprição pelo profissionalismo. O time chegou a perder por W.O. A equipe que disputou o último campeonato oficial foi a da foto abaixo (foto feita pelo pessoal do “Jogos Perdidos” veja mais em: http://jogosperdidos.zip.net/arch2007-06-16_2007-06-30.html):
O mascote do Esporte Clube Paraguaçuense é o pássaro Azulão, apelido do clube devido a cor de seu uniforme.
Encontrei um belo vídeo no youtube com a história e as formações clássicas do time, confira!
Aqui, pode se ouvir o hino (não que o áudio esteja mil maravilhas…):
O Paraguaçuense mandava seus jogos no Estádio Carlos Affini com capacidade para 15 mil pessoas.
Fizemos o vídeo abaixo, na época de nossa visita ao estádio, que pode ser conferida aqui:
Infelizmente o estádio está um pouco abandonado. Só o pessoal do futebol amador ainda o utiliza e a prefeitura parece ter esquecido a antiga casa do Azulão…
Ficamos torcendo para um possível retorno da equipe ao profissionalismo!
O Santo André faz hoje seu primeiro jogo em casa com os portões abertos, mas como o jogo é só as 19h30, pela manhã, decidi acompanhar Paulínia x Grêmio Osasco.
Estava sem minha câmera e acabei fazendo fotos e vídeos no celular, por isso a má qualidade das imagens…
Infelizmente, no Brasil, a presença da torcida é diretamente ligada aos resultados em campo, e com os tropeços do time da casa em seu primeiro ano de A3, o Estádio Luis Perissinoto estava bem mais vazio do que de costume.
Em campo, após um gol e um bom começo, o Dino levou o empate e começava a dar a impressão que o time de Osasco iria complicar sua vida…
A TUP, como sempre, seguia apoiando e acreditando no time.
E fez bem. Já no início do segundo tempo, Edu Valinhos marcou o segundo gol para o time da casa, fazendo 2×1.
Mas a pressão do time de Osasco continuava, deixando apreensivos os torcedores e jogadores locais.
A pressão do time rubro verde, o Grêmio Osasco animava sua torcida que compareceu até Paulínia para apoiar seu time.
O pessoal da Nação Osasquense estava lá!
Não fiz outras fotos da torcida visitante porque eles gentilmente pediram que não fossem fotografados.
Dayvid, do Paulínia fechou o placar em 3×1 para o time da casa, acabando com as esperanças do Osasco.
Fomos embora rápido para Santo André, para acompanhar o Ramalhão.